O Complexo Social e Desportivo dos Leões de Porto Salvo é o local escolhido pela Federação Portuguesa de Futebol e pelo seleccionador nacional Jorge Braz, para a preparação da equipa das quinas com vista ao apuramento para o Campeonato da Europa, que vai decorrer na Polónia, durante o mês de Fevereiro.
A selecção nacional defrontará em jogo de treino no próximo dia 18 de Fevereiro, pelas 19h30, a nossa equipa de Seniores Masculinos que tem vindo a realizar uma época de 2010/11 a todos os títulos notável, contando por vitórias todos os jogos até agora realizados, o que lhe confere a liderança isolada do Campeonato Nacional da 2ª Divisão - Série B e a disputa dos quartos de final da Taça de Portugal.
A equipa de todos nós realizará ainda em Porto Salvo mais dois treinos, no Sábado, dia 19 de Fevereiro, das 10h00 às 12h00 e no Domingo, dia 20 de Fevereiro, entre as 17h00 e as 19h00.
Vai ser uma óptima oportunidade, para todos os amantes da modalidade de Futsal poderem ver de perto os melhores jogadores portugueses e seguramente uma inesquecível experiência para que todos os nossos jovens atletas dos escalões de Formação poderem conviver de perto, com os seus "ídolos".
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Coisas que fazemos
Tenho como certo que constituímos um mistério completo para os nossos filhos. Se fossem capazes de exprimir em palavras a perplexidade que os assalta tantas e tantas vezes, haviam de nos dizer coisas engraçadas…; se não gostassem tanto de nós, talvez nos dissessem palavras que haviam de nos fazer corar. Ou talvez nos mandassem dar uma volta.
Talvez nos mandassem… crescer. É que não encontram uma lógica na forma como os tratamos. Ficam baralhados quando, depois de os termos conduzido a um certo estilo de vida, exigimos deles um comportamento exactamente oposto a esse estilo de vida.
E o pior de tudo é que têm razão. Exactamente toda a razão. A lucidez de que dispõem será infantil ou adolescente, mas ainda é lúcida. E nós já não somos muito lúcidos. Vejamos um exemplo de coisas que fazemos.
O menino lá em casa não faz a sua cama de manhã. Não prepara ele próprio a roupa para vestir no dia seguinte. Não arruma o seu quarto. Não prepara o seu lanche. A mãe tem um gosto todo maternal em realizar por ele essas tarefas.
Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.
E, depois, o pai vai levar o menino à escola, mesmo que, indo a pé, demorasse apenas dez ou quinze minutos. É que a chuva, e os atrasos, e o peso da mochila, e o perigo de atravessar a estrada… E, se for na grande cidade, os assaltos… Já uma vez roubaram um relógio ao primo dele.
Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.
E, depois, o menino, além de não tratar das suas coisas, também não é envolvido nas tarefas comuns da casa. Porque, se puser a mesa, de certeza que parte pelo menos um copo. Porque não é de grande ajuda se for preciso pregar um quadro na parede. Porque se sujaria se ajudasse na pintura da sala; e seria preciso, além do mais, andar a tomar conta dele. Porque está muito frio para ser ele a despejar o saco do lixo lá fora, no contentor…
Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida. Hoje em dia, não mexe um dedo nem sequer para colocar uma cadeira no lugar. Consome as coisas que aparecem feitas, e é capaz de resmungar se não lhe lavaram bem umas sapatilhas, ou se o jantar se atrasou.
Entretanto, chega uma altura em que os pais ficam alarmados. Assustamo-nos quando as coisas chegam a um certo ponto. Quando nos parece que ele está a ficar muito infantil, pouco maduro para a idade. Ficamos em pânico quando o menino teve uma quebra grande no rendimento escolar. Insistimos então com ele para que estude, para que seja responsável na sua vida escolar…
Mas sucede que a responsabilidade não nasce senão depois de se ter cultivado cuidadosamente, demoradamente, a semente da responsabilidade. Passámos anos a fomentar no menino um estilo de vida irresponsável, e agora, de repente, exigimos-lhe que seja responsável? Passámos anos a apaparicá-lo, e agora queremos que seja maduro? Para ele ser maduro, teria sido necessário que tivesse vivido: que tivesse passado experiências diversas, que tivesse enfrentado obstáculos, que tivesse feito coisas sozinho, que tivesse errado e emendado depois os erros, que se tivesse aperfeiçoado à custa de esforço pessoal. E nós temos feito tudo para lhe evitar esses obstáculos, essas experiências e esse esforço.
É claro que, quando chega a altura em que precisa mesmo de estudar, porque as matérias se tornaram mais difíceis, não é capaz de o fazer. Pois é natural que – não tendo sido habituado ao esforço de fazer a cama, de ir a pé para a escola, de pôr a mesa… – não seja capaz do esforço de estudar, que é maior do que os outros.
É escusado levar o menino ao psicólogo. É escusado pensarmos que o problema está em que não sabe estudar, em que desconhece as técnicas de estudo. O problema dele são… os pais. Exactamente.
Seremos capazes de mudar?
Talvez nos mandassem… crescer. É que não encontram uma lógica na forma como os tratamos. Ficam baralhados quando, depois de os termos conduzido a um certo estilo de vida, exigimos deles um comportamento exactamente oposto a esse estilo de vida.
E o pior de tudo é que têm razão. Exactamente toda a razão. A lucidez de que dispõem será infantil ou adolescente, mas ainda é lúcida. E nós já não somos muito lúcidos. Vejamos um exemplo de coisas que fazemos.
O menino lá em casa não faz a sua cama de manhã. Não prepara ele próprio a roupa para vestir no dia seguinte. Não arruma o seu quarto. Não prepara o seu lanche. A mãe tem um gosto todo maternal em realizar por ele essas tarefas.
Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.
E, depois, o pai vai levar o menino à escola, mesmo que, indo a pé, demorasse apenas dez ou quinze minutos. É que a chuva, e os atrasos, e o peso da mochila, e o perigo de atravessar a estrada… E, se for na grande cidade, os assaltos… Já uma vez roubaram um relógio ao primo dele.
Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida.
E, depois, o menino, além de não tratar das suas coisas, também não é envolvido nas tarefas comuns da casa. Porque, se puser a mesa, de certeza que parte pelo menos um copo. Porque não é de grande ajuda se for preciso pregar um quadro na parede. Porque se sujaria se ajudasse na pintura da sala; e seria preciso, além do mais, andar a tomar conta dele. Porque está muito frio para ser ele a despejar o saco do lixo lá fora, no contentor…
Há anos que isto se passa assim, o que produz um estilo de vida. Hoje em dia, não mexe um dedo nem sequer para colocar uma cadeira no lugar. Consome as coisas que aparecem feitas, e é capaz de resmungar se não lhe lavaram bem umas sapatilhas, ou se o jantar se atrasou.
Entretanto, chega uma altura em que os pais ficam alarmados. Assustamo-nos quando as coisas chegam a um certo ponto. Quando nos parece que ele está a ficar muito infantil, pouco maduro para a idade. Ficamos em pânico quando o menino teve uma quebra grande no rendimento escolar. Insistimos então com ele para que estude, para que seja responsável na sua vida escolar…
Mas sucede que a responsabilidade não nasce senão depois de se ter cultivado cuidadosamente, demoradamente, a semente da responsabilidade. Passámos anos a fomentar no menino um estilo de vida irresponsável, e agora, de repente, exigimos-lhe que seja responsável? Passámos anos a apaparicá-lo, e agora queremos que seja maduro? Para ele ser maduro, teria sido necessário que tivesse vivido: que tivesse passado experiências diversas, que tivesse enfrentado obstáculos, que tivesse feito coisas sozinho, que tivesse errado e emendado depois os erros, que se tivesse aperfeiçoado à custa de esforço pessoal. E nós temos feito tudo para lhe evitar esses obstáculos, essas experiências e esse esforço.
É claro que, quando chega a altura em que precisa mesmo de estudar, porque as matérias se tornaram mais difíceis, não é capaz de o fazer. Pois é natural que – não tendo sido habituado ao esforço de fazer a cama, de ir a pé para a escola, de pôr a mesa… – não seja capaz do esforço de estudar, que é maior do que os outros.
É escusado levar o menino ao psicólogo. É escusado pensarmos que o problema está em que não sabe estudar, em que desconhece as técnicas de estudo. O problema dele são… os pais. Exactamente.
Seremos capazes de mudar?
Paulo Geraldo
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
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Novo Rugido - Edição 63
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Escola Branca - O Orgulho
As nossas Escolas Brancas continuam a "crescer" e ontem mostraram em campo a sua evolução na parte defensiva e vontade/garra na sua forma de jogar.
Até 12 minutos do fim só estávamos a perder por 2-0, mas um par de distracções e a lesão do nosso Guarda-Redes (que passou a defender condicionado), fez com que o resultado chegasse aos 6-0 contra o 1º Classificado (que tem uma média de 9 golos marcados por Jogo).
Parabéns "Pequenos" pelo esforço, sacrifício e espírito de equipa.
Para além dos 4 / 5 graus com que tiveram de enfrentar na manhã de Sábado, ainda tivemos uma prova de companheirismo dos miúdos, quando o nosso Guarda-Redes teve de sair. Nesse momento perguntamos no Banco quem queria ir á baliza e d seguida 3 jogadores prontificaram-se para ajudar a equipa.
Lindo gesto de companheirismo e espírito de equipa!
Parabéns!!!
Leões! Leões! Leões!
por Hugo Carvalho
Sem duvida que é um prazer ver a evolução destes atletas com as difíceis horas de treino que possuem. Só o seu empenho e dedicação faz com que continuem a evoluir como o tem feito. Na vitoria e na derrota a sua atitude é sempre igual: Nunca desistir.
Assim se vê e se criam os vencedores do Amanha
É para nós um ORGULHO ser vossos treinadores.
por Equipa Técnica
Até 12 minutos do fim só estávamos a perder por 2-0, mas um par de distracções e a lesão do nosso Guarda-Redes (que passou a defender condicionado), fez com que o resultado chegasse aos 6-0 contra o 1º Classificado (que tem uma média de 9 golos marcados por Jogo).
Parabéns "Pequenos" pelo esforço, sacrifício e espírito de equipa.
Para além dos 4 / 5 graus com que tiveram de enfrentar na manhã de Sábado, ainda tivemos uma prova de companheirismo dos miúdos, quando o nosso Guarda-Redes teve de sair. Nesse momento perguntamos no Banco quem queria ir á baliza e d seguida 3 jogadores prontificaram-se para ajudar a equipa.
Lindo gesto de companheirismo e espírito de equipa!
Parabéns!!!
Leões! Leões! Leões!
por Hugo Carvalho
Sem duvida que é um prazer ver a evolução destes atletas com as difíceis horas de treino que possuem. Só o seu empenho e dedicação faz com que continuem a evoluir como o tem feito. Na vitoria e na derrota a sua atitude é sempre igual: Nunca desistir.
Assim se vê e se criam os vencedores do Amanha
É para nós um ORGULHO ser vossos treinadores.
por Equipa Técnica
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Escolas,
Resultados
Escola Verde - Emoções fortes
Hoje (domingo) tivemos mais um jogo dos Escolas Verdes e obtivemos mais uma vitória, desta vez vencemos por 7-0 à Quinta dos Lombos.
Mas a história e as emoções foram todas antes do jogo. às 10:20 da manhã o "Mister" Pedro Horta e eu estávamos no treino com os Escolinhas quando a equipa das Quintas dos Lombos entra para o aquecimento e tanto o Pedro como eu ficamos bastante assombrados e preocupados!
A verdade é que, depois de um par de esclarecimentos com o Técnico da Quinta dos Lombos e com o Árbitro do jogo, reparamos que houve um erro administrativo do nosso lado (desde já pedimos aos visados as nossas desculpas) e o jogo que julgávamos ser às 15:00 era de facto às 10:30.
Às 10:33 comecei a ligar a todos os Pais dos atletas que estavam convocados para o Jogo para lhes pedir um grande favor... trazerem os seus pequenos a jogar!
E a verdade é que às 11:00 tínhamos 9 jogadores no alinhamento do meio campo com a outras 2 equipas (Quinta dos Lombos e Árbitro) e antes do fim da primeira parte tínhamos 10 jogadores.
Arrancamos os pequenos (e os menos pequenos) da cama, do pequeno-almoço familiar ou simplesmente de um breve momento de descanso, e em prol da equipa, conseguimos mobilizar em 20 minutos 10 Pais, Avós e Atletas para começar mais um jogo de campeonato.
De uma derrota quase certa (por 3-0 por falta de comparência), conseguimos uma "grande" vitória de 7-0. Não pelo resultado, mas sim pelo espírito de companheirismo de todos os intervenientes.
Um grande obrigado a todos os Pais/Avós!!
Leões, Leões, Leões!!!
por Hugo Carvalho
Mas a história e as emoções foram todas antes do jogo. às 10:20 da manhã o "Mister" Pedro Horta e eu estávamos no treino com os Escolinhas quando a equipa das Quintas dos Lombos entra para o aquecimento e tanto o Pedro como eu ficamos bastante assombrados e preocupados!
A verdade é que, depois de um par de esclarecimentos com o Técnico da Quinta dos Lombos e com o Árbitro do jogo, reparamos que houve um erro administrativo do nosso lado (desde já pedimos aos visados as nossas desculpas) e o jogo que julgávamos ser às 15:00 era de facto às 10:30.
Às 10:33 comecei a ligar a todos os Pais dos atletas que estavam convocados para o Jogo para lhes pedir um grande favor... trazerem os seus pequenos a jogar!
E a verdade é que às 11:00 tínhamos 9 jogadores no alinhamento do meio campo com a outras 2 equipas (Quinta dos Lombos e Árbitro) e antes do fim da primeira parte tínhamos 10 jogadores.
Arrancamos os pequenos (e os menos pequenos) da cama, do pequeno-almoço familiar ou simplesmente de um breve momento de descanso, e em prol da equipa, conseguimos mobilizar em 20 minutos 10 Pais, Avós e Atletas para começar mais um jogo de campeonato.
De uma derrota quase certa (por 3-0 por falta de comparência), conseguimos uma "grande" vitória de 7-0. Não pelo resultado, mas sim pelo espírito de companheirismo de todos os intervenientes.
Um grande obrigado a todos os Pais/Avós!!
Leões, Leões, Leões!!!
por Hugo Carvalho
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Escolas,
Resultados
Infantis - Excelente resposta
Recebemos este Sábado a equipa de infantis do Forte da Casa em jogo a contar para a 12ª jornada do campeonato da 1ª divisão da A.F.L.
Depois de na última jornada, termos sofrido a nossa primeira derrota, estávamos de algum modo apreensivos quanto à resposta que os nossos rapazes eram capazes de dar.
Durante a semana, nos treinos de segunda e quinta a resposta foi positiva, treinaram bastante empenhados, talvez até tivessem realizado o melhor treino da época, o que de algum modo nos transmitiu tranquilidade, embora não possamos esquecer que estamos a falar de crianças de 11 e 12 anos.
Quanto ao jogo em si, e se dúvidas havia relativamente à postura dos nossos atletas, as mesmas desde logo se esfumaram, tal foi a entrega e vontade de vencer deste grupo.
O jogo começou praticamente com a obtenção do nosso primeiro golo, o que se esperava nos desse estabilidade e tranquilidade, mas aparentemente parece ter-nos dado moleza, tal foi o ritmo a que se jogou grande parte do primeiro tempo. Só na parte final e após pedido de tempo por parte da nossa equipa técnica foi impressa maior velocidade ao jogo, e daí terem resultado mais dois golos ainda antes do intervalo.
Na segunda parte a atitude foi excelente, e assistimos a momentos de muita qualidade protagonizados pelos nossos jogadores.
Excepção feita a dois minutos durante a segunda parte em que o nosso guarda redes fez duas ou três intervenções da grande valor, o jogo foi sempre conduzido pela nossa equipa, e o resultado foi crescendo à medida que o tempo ia passando, terminando o mesmo com uma diferença de nove golos, que espelha bastante bem a verdade do jogo.
Parabéns aos nossos jogadores pela excelente resposta que deram. Estamos todos muito orgulhosos de vocês. Continuem a trabalhar para poderem continuar a obter e a dar-nos grandes alegrias.
Um agradecimento ao nosso público que continua a acreditar em nós e nos incentiva incondicionalmente.
Força Infantis, Força Leões de Porto Salvo.
Jogadores: Mendonça, Bruno Belo, Francisco Bettencourt, João Pacheco, Tomás Reis, Bruno Tavares, Miguel Eugénio, Francisco Ferreira, Tiago Carvalho, Bernardo Pereira, Francisco Lousa e Francisco Reis
Marcadores: João Pacheco, Bruno Belo (2), Francisco Bettencourt (2), Tomás Reis, Miguel, Tiago Carvalho
Ao intervalo: Leões de Porto Salvo 3 – 0 Forte da Casa
Final: Leões de Porto Salvo 9 – 0 Forte da Casa
Depois de na última jornada, termos sofrido a nossa primeira derrota, estávamos de algum modo apreensivos quanto à resposta que os nossos rapazes eram capazes de dar.
Durante a semana, nos treinos de segunda e quinta a resposta foi positiva, treinaram bastante empenhados, talvez até tivessem realizado o melhor treino da época, o que de algum modo nos transmitiu tranquilidade, embora não possamos esquecer que estamos a falar de crianças de 11 e 12 anos.
Quanto ao jogo em si, e se dúvidas havia relativamente à postura dos nossos atletas, as mesmas desde logo se esfumaram, tal foi a entrega e vontade de vencer deste grupo.
O jogo começou praticamente com a obtenção do nosso primeiro golo, o que se esperava nos desse estabilidade e tranquilidade, mas aparentemente parece ter-nos dado moleza, tal foi o ritmo a que se jogou grande parte do primeiro tempo. Só na parte final e após pedido de tempo por parte da nossa equipa técnica foi impressa maior velocidade ao jogo, e daí terem resultado mais dois golos ainda antes do intervalo.
Na segunda parte a atitude foi excelente, e assistimos a momentos de muita qualidade protagonizados pelos nossos jogadores.
Excepção feita a dois minutos durante a segunda parte em que o nosso guarda redes fez duas ou três intervenções da grande valor, o jogo foi sempre conduzido pela nossa equipa, e o resultado foi crescendo à medida que o tempo ia passando, terminando o mesmo com uma diferença de nove golos, que espelha bastante bem a verdade do jogo.
Parabéns aos nossos jogadores pela excelente resposta que deram. Estamos todos muito orgulhosos de vocês. Continuem a trabalhar para poderem continuar a obter e a dar-nos grandes alegrias.
Um agradecimento ao nosso público que continua a acreditar em nós e nos incentiva incondicionalmente.
Força Infantis, Força Leões de Porto Salvo.
Jogadores: Mendonça, Bruno Belo, Francisco Bettencourt, João Pacheco, Tomás Reis, Bruno Tavares, Miguel Eugénio, Francisco Ferreira, Tiago Carvalho, Bernardo Pereira, Francisco Lousa e Francisco Reis
Marcadores: João Pacheco, Bruno Belo (2), Francisco Bettencourt (2), Tomás Reis, Miguel, Tiago Carvalho
Ao intervalo: Leões de Porto Salvo 3 – 0 Forte da Casa
Final: Leões de Porto Salvo 9 – 0 Forte da Casa
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