A coordenação da formação irá realizar uma reunião com os pais dos atletas no próximo sábado, dia 12, a partir das 10 horas, pelo que se convocam todos os interessados.
Esta reunião irá ter lugar na Sala de Sócios do Clube
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Escolas Brancas - 2ª Vitória
A nossa equipa deslocou-se ao Pavilhão da Serra das Minas para defrontar a equipa do Varge Mondar.
Muito haveria por dizer sobre este jogo mas vamos apenas dizer: FANTASTICO.
Uma atitude extraordinária de apoio e entreajuda, concentração, dedicação e orgulho em fazer bem são apenas algumas palavras que caracterizaram e caracterizam estes atletas.
É notável a evolução destes atletas jogo para jogo. Não procuramos as vitórias mas sim a sua evolução e essa é visivel para todos os que acompanham este grupo de atletas que nos enchem a todos de ORGULHO.
Obrigado equipa
Muito haveria por dizer sobre este jogo mas vamos apenas dizer: FANTASTICO.
Uma atitude extraordinária de apoio e entreajuda, concentração, dedicação e orgulho em fazer bem são apenas algumas palavras que caracterizaram e caracterizam estes atletas.
É notável a evolução destes atletas jogo para jogo. Não procuramos as vitórias mas sim a sua evolução e essa é visivel para todos os que acompanham este grupo de atletas que nos enchem a todos de ORGULHO.
Obrigado equipa
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Resultados
Escolas Verdes - Mais uma vitoria
A nossa equipa recebeu e venceu o Caxienses por 6-1.
Entramos muito bem no jogo a criar oportunidades de golo e com trocas de bola muito boas e foi com naturalidade que chegamos ao 2-0.
Na primeira vez que o Caxiense chegou com perigo à nossa baliza marcou.
Ate final da 1ª parte só houve Leões marcando mais 2 golos e falhando mais umas quantas oportunidades.
Na segunda parte foi mais do mesmo, mais dois golos da nossa equipa e uns quantos não concretizados e apenas um remate perigoso do adversário à qual o nosso Guarda-Redes correspondeu à altura.
Mais uma vitória com qualidade para um grupo que cresce de dia para dia.
Jogou de Inicio: Afonso, Raul, Beatriz, Diogo Ferreira e Gonçalo.
Jogou ainda: Vasco, Jessica, Pedro Cardoso, Tomás Martins, Guilherme, Diogo G. e Tiago Freaza.
Resultado ao Intervalo: 4-1
Resultado Final: 6-1
Marcaram: Beatriz, Diogo Ferreira, Gonçalo (2), Raul e Guilherme.
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Resultados
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Castigo ou correcção?
Há dias li num jornal que qualquer castigo deixa uma marca de ressentimento, e que, por isso, devemos evitá-lo e até denunciá-lo.
Esta generalização pareceu-me perigosa. Não porque eu esteja a favor do castigo, mas porque ela pode levar muitos pais e professores a pensarem que é mau corrigir, quando isso não é verdade. Tudo depende de o que se entende por “castigo”.
Qualquer educador, seja ele pai ou professor, está investido em autoridade para educar e formar o filho ou o aluno. Parte desse trabalho formativo e educativo exerce-se através das correcções de todos os dias. Se nos for tirada a possibilidade de corrigir, tiram-nos, ao mesmo tempo, a capacidade de educar.
Hoje em dia muitos adultos têm medo de “traumatizar” as crianças se as corrigirem ou lhes chamarem a atenção para maus comportamentos. Há quem nunca diga não aos filhos, por medo a que se zanguem ou a que isso faça descer a sua autoestima. Sem pensarem em que os prejudicamos mais deixando-os no erro ou permitindo-lhes que façam disparates que os possam prejudicar. Quantas bofetadas a tempo salvaram alguma criança que brincava com uma faca ou que se preparava para meter o dedo na tomada da electricidade! É certo que a criança chorou, mas se não o tivéssemos feito nunca mais teria possibilidade de chorar. Muitas vezes pode acontecer-nos, com os adolescentes, que para evitarmos que “chorem” por uma correcção permitimos que venham a sofrer amargamente as consequências de um comportamento que se poderia ter evitado se tivéssemos actuado na altura certa. E, acreditem-me, isto sim é que cria ressentimentos.
Com o passar dos anos
Se pensarmos bem, agora que somos adultos, naquilo que mais nos faz estar agradecidos aos nossos educadores, compreendemos que é precisamente a paciência e constância que tiveram para nos ajudar a formar hábitos e a superar erros e limitações, apesar das nossas zangas e falta de colaboração em muitos casos. Isso implicou uma série de correcções ao longo da vida, com “más caras” nossas em muitas ocasiões, mas que agora agradecemos. E até reconhecemos que somos o que somos graças a elas.
Nunca esquecerei que quando estava no 5º Ano, num exame de Matemática, perspectivei bem um problema e resolvi correctamente as operações, mas ao colocar o resultado esqueci-me de especificar que se tratava da unidade “metros”. A professora considerou errado todo o problema por causa disso! Fiquei zangada, é claro! Mas não me traumatizei nem lhe guardo ressentimento. Pelo contrário, estou-lhe muito agradecida, porque graças a essa correcção não voltei a ter despistes desse género, e isso ajudou-me muito ao longo da vida.
Por outro lado, se nos pusermos a pensar, ninguém nasce sendo já ordenado, ou bem comportado, ou com a prudência necessária, no convívio com as outras pessoas, para não incomodar ninguém. Todas estas características, que dizem tão bem de um adulto, são na maior parte dos casos o resultado de um longo processo de correcções por parte dos pais ou dos professores quando a pessoa era ainda uma criança. A teoria sozinha não forma. Para formar o hábito da sinceridade não basta que digamos à criança que é mau dizer mentiras. É necessário, por um lado, que a motivemos a dizer a verdade e que a felicitemos quando o fizer, para que aprenda a sentir a satisfação de ter feito uma coisa boa. Mas, ao mesmo tempo, se não a corrigirmos quando mentir, continuará a fazê-lo e não conseguirá o hábito desejado.
As más experiências
É verdade que às vezes se abusou dos castigos, chegando a magoar a criança física ou afectivamente. Por isso se compreende que se insista tanto em prevenir esses casos e assegurar que não voltem a acontecer.
Mas isso não justifica que se deixe de corrigir e de educar. Por outro lado, devemos recordar que a educação é uma arte e que se deve aplicar de maneira personalizada. Qualquer mãe sabe muito bem que aquilo que lhe serviu para corrigir o filho mais velho muito provavelmente não a ajuda com o mais novo. A maneira de corrigir deve depender da criança que se corrige, da personalidade e da idade de cada um.
Tendo em conta o que se disse anteriormente, é possível dar alguns conselhos práticos para assegurar que os nossos modos de corrigir não prejudiquem as nossas crianças, mas que, pelo contrário, as ajudem a crescer como pessoas.
Por amor
Primeiramente, é muito importante que a correcção seja feita para ajudar a criança a ser melhor, e não porque nos incomodou com aquilo que fez. As crianças têm como que um sexto sentido que lhes permite captarem bem as intenções dos pais e professores. Sabem perceber quando são corrigidos por amor e quando são corrigidos por irritação.
Além disso, com as correcções ensinamo-las a distinguir aquilo que está bem daquilo que está mal. É preciso que sejamos muito consequentes nisto, para que a criança entenda que foi corrigida porque bateu num irmão, e não porque a mãe estava de mau humor. As crianças são mais inteligentes do que aquilo que muitas vezes pensamos, e vão formando os seus próprios critérios de bem e de mal não tanto por aquilo que lhes dizemos, mas sim pelas nossas reacções relativamente àquilo que fazem.
Sempre
Em segundo lugar, não é preciso esperar que a criança chegue à idade da razão para a corrigirmos. Nessa idade já chegamos tarde. A criança começa a formar hábitos desde que nasce, pelo que os primeiros anos são fundamentais para a sua educação. Se não está em idade de entender razões, não lhas dês. Mas não deixes de corrigir imediatamente. Fazes-lhe um grande favor ao ajudá-la a adquirir hábitos desde a mais pequena idade.
A hora de reflectir
Quando a criança já entende razões, é importante que aprenda que tudo o que faz tem consequências. Todo o acto bom terá consequências boas, e todo o acto mau, consequências más. Na vida corrente, as consequências, quer sejam boas ou más, nem sempre se deixam ver instantaneamente. Por vezes demoram anos a chegar, mas chegam sempre. Descuidar a própria saúde, talvez não me afecte imediatamente, mas fá-lo-á mais cedo ou mais tarde. Esforçar-me nos estudos pode não dar resultados imediatos, mas no dia em que encontrar trabalho darei por bem empregues tantas horas de esforço. É preciso ajudar a criança a ver as consequências dos seus actos de forma imediata, para que compreenda esta relação entre o seu comportamento e a consequência, e é aqui que os reforços e os correctivos entram em jogo. Dar os parabéns, ou dar uma palmadinha nas costas são coisas que ajudam a criança a entender que o que fez foi bem feito, e muito provavelmente ela procurará fazê-lo de novo. Uma censura, ou mesmo uma sanção, conforme o caso, far-lhe-ão ver que não deve repetir aquilo que fez. É muito importante que compreenda que o correctivo lhe é aplicado não porque se está zangado com ela, mas que é uma consequência daquilo que fez, e que está nas suas mãos não voltar a recebê-lo.
Saber
É importante que a criança saiba em que é que está a ser corrigido e porquê. De pouco serve tirar-lhe o brinquedo preferido durante uns dias, se ela não souber por que motivo ficou sem ele. Mas, se souber a razão, evitará fazer a mesma coisa no futuro, e podemos dizer que aprendeu.
Proporção
Também é importante que a correcção seja proporcional àquilo que a criança fez, e que o correctivo em si mesmo não lhe faça mal. Não podemos deixar uma criança sem comer, ou a apanhar chuva, por castigo. Mas podemos talvez proibi-la de ver televisão algumas vezes.
Reparando
Ajuda muito, na medida do possível, que o correctivo tenda a reparar o mal que a criança ou o jovem possa ter feito. Desta maneira, por um lado, compreende que as suas acções podem prejudicar os outros e, por outro, aprende a responsabilizar-se por elas.
A sábia prudência
É importante que os correctivos sejam apropriados à idade da criança ou do jovem. Se já estiver em idade de entender as razões, convém esperar pelo momento oportuno para falar com ele, e que ele mesmo aceite o correctivo como consequência daquilo que fez. Em muitos casos isto é muito saudável e até lhe dá a sensação de ter reparado o mal que possa ter ocasionado com o seu comportamento. Mas se, pelo contrário, lhe impomos o correctivo sem que ele seja consciente de que fez algo mau, isso poderá levá-lo a não repetir o que fez, mas fará isso mais por medo do que por convicção. Além disso, corre-se o risco de gerar nele um sentimento de injustiça, fazendo que se quebre a comunicação com ele. O que seria muito prejudicial, pois então perderíamos a capacidade de o ajudar.
Forma e fundo
A regra de ouro que nunca falha é a de sermos suaves na forma e firmes no fundo. Precisamos de educar, e isto implica corrigir. Mas isso não é incompatível com o carinho, as boas maneiras e a simpatia. É acertado o dito que afirma que atrai mais uma gota de mel do que um barril de vinagre. A correcção é uma forma muito autêntica do nosso amor aos filhos e aos alunos. Não deixemos claudicar a nossa responsabilidade de educadores, mas, isso sim, façamo-lo com amor.
Esta generalização pareceu-me perigosa. Não porque eu esteja a favor do castigo, mas porque ela pode levar muitos pais e professores a pensarem que é mau corrigir, quando isso não é verdade. Tudo depende de o que se entende por “castigo”.
Qualquer educador, seja ele pai ou professor, está investido em autoridade para educar e formar o filho ou o aluno. Parte desse trabalho formativo e educativo exerce-se através das correcções de todos os dias. Se nos for tirada a possibilidade de corrigir, tiram-nos, ao mesmo tempo, a capacidade de educar.
Hoje em dia muitos adultos têm medo de “traumatizar” as crianças se as corrigirem ou lhes chamarem a atenção para maus comportamentos. Há quem nunca diga não aos filhos, por medo a que se zanguem ou a que isso faça descer a sua autoestima. Sem pensarem em que os prejudicamos mais deixando-os no erro ou permitindo-lhes que façam disparates que os possam prejudicar. Quantas bofetadas a tempo salvaram alguma criança que brincava com uma faca ou que se preparava para meter o dedo na tomada da electricidade! É certo que a criança chorou, mas se não o tivéssemos feito nunca mais teria possibilidade de chorar. Muitas vezes pode acontecer-nos, com os adolescentes, que para evitarmos que “chorem” por uma correcção permitimos que venham a sofrer amargamente as consequências de um comportamento que se poderia ter evitado se tivéssemos actuado na altura certa. E, acreditem-me, isto sim é que cria ressentimentos.
Com o passar dos anos
Se pensarmos bem, agora que somos adultos, naquilo que mais nos faz estar agradecidos aos nossos educadores, compreendemos que é precisamente a paciência e constância que tiveram para nos ajudar a formar hábitos e a superar erros e limitações, apesar das nossas zangas e falta de colaboração em muitos casos. Isso implicou uma série de correcções ao longo da vida, com “más caras” nossas em muitas ocasiões, mas que agora agradecemos. E até reconhecemos que somos o que somos graças a elas.
Nunca esquecerei que quando estava no 5º Ano, num exame de Matemática, perspectivei bem um problema e resolvi correctamente as operações, mas ao colocar o resultado esqueci-me de especificar que se tratava da unidade “metros”. A professora considerou errado todo o problema por causa disso! Fiquei zangada, é claro! Mas não me traumatizei nem lhe guardo ressentimento. Pelo contrário, estou-lhe muito agradecida, porque graças a essa correcção não voltei a ter despistes desse género, e isso ajudou-me muito ao longo da vida.
Por outro lado, se nos pusermos a pensar, ninguém nasce sendo já ordenado, ou bem comportado, ou com a prudência necessária, no convívio com as outras pessoas, para não incomodar ninguém. Todas estas características, que dizem tão bem de um adulto, são na maior parte dos casos o resultado de um longo processo de correcções por parte dos pais ou dos professores quando a pessoa era ainda uma criança. A teoria sozinha não forma. Para formar o hábito da sinceridade não basta que digamos à criança que é mau dizer mentiras. É necessário, por um lado, que a motivemos a dizer a verdade e que a felicitemos quando o fizer, para que aprenda a sentir a satisfação de ter feito uma coisa boa. Mas, ao mesmo tempo, se não a corrigirmos quando mentir, continuará a fazê-lo e não conseguirá o hábito desejado.
As más experiências
É verdade que às vezes se abusou dos castigos, chegando a magoar a criança física ou afectivamente. Por isso se compreende que se insista tanto em prevenir esses casos e assegurar que não voltem a acontecer.
Mas isso não justifica que se deixe de corrigir e de educar. Por outro lado, devemos recordar que a educação é uma arte e que se deve aplicar de maneira personalizada. Qualquer mãe sabe muito bem que aquilo que lhe serviu para corrigir o filho mais velho muito provavelmente não a ajuda com o mais novo. A maneira de corrigir deve depender da criança que se corrige, da personalidade e da idade de cada um.
Tendo em conta o que se disse anteriormente, é possível dar alguns conselhos práticos para assegurar que os nossos modos de corrigir não prejudiquem as nossas crianças, mas que, pelo contrário, as ajudem a crescer como pessoas.
Por amor
Primeiramente, é muito importante que a correcção seja feita para ajudar a criança a ser melhor, e não porque nos incomodou com aquilo que fez. As crianças têm como que um sexto sentido que lhes permite captarem bem as intenções dos pais e professores. Sabem perceber quando são corrigidos por amor e quando são corrigidos por irritação.
Além disso, com as correcções ensinamo-las a distinguir aquilo que está bem daquilo que está mal. É preciso que sejamos muito consequentes nisto, para que a criança entenda que foi corrigida porque bateu num irmão, e não porque a mãe estava de mau humor. As crianças são mais inteligentes do que aquilo que muitas vezes pensamos, e vão formando os seus próprios critérios de bem e de mal não tanto por aquilo que lhes dizemos, mas sim pelas nossas reacções relativamente àquilo que fazem.
Sempre
Em segundo lugar, não é preciso esperar que a criança chegue à idade da razão para a corrigirmos. Nessa idade já chegamos tarde. A criança começa a formar hábitos desde que nasce, pelo que os primeiros anos são fundamentais para a sua educação. Se não está em idade de entender razões, não lhas dês. Mas não deixes de corrigir imediatamente. Fazes-lhe um grande favor ao ajudá-la a adquirir hábitos desde a mais pequena idade.
A hora de reflectir
Quando a criança já entende razões, é importante que aprenda que tudo o que faz tem consequências. Todo o acto bom terá consequências boas, e todo o acto mau, consequências más. Na vida corrente, as consequências, quer sejam boas ou más, nem sempre se deixam ver instantaneamente. Por vezes demoram anos a chegar, mas chegam sempre. Descuidar a própria saúde, talvez não me afecte imediatamente, mas fá-lo-á mais cedo ou mais tarde. Esforçar-me nos estudos pode não dar resultados imediatos, mas no dia em que encontrar trabalho darei por bem empregues tantas horas de esforço. É preciso ajudar a criança a ver as consequências dos seus actos de forma imediata, para que compreenda esta relação entre o seu comportamento e a consequência, e é aqui que os reforços e os correctivos entram em jogo. Dar os parabéns, ou dar uma palmadinha nas costas são coisas que ajudam a criança a entender que o que fez foi bem feito, e muito provavelmente ela procurará fazê-lo de novo. Uma censura, ou mesmo uma sanção, conforme o caso, far-lhe-ão ver que não deve repetir aquilo que fez. É muito importante que compreenda que o correctivo lhe é aplicado não porque se está zangado com ela, mas que é uma consequência daquilo que fez, e que está nas suas mãos não voltar a recebê-lo.
Saber
É importante que a criança saiba em que é que está a ser corrigido e porquê. De pouco serve tirar-lhe o brinquedo preferido durante uns dias, se ela não souber por que motivo ficou sem ele. Mas, se souber a razão, evitará fazer a mesma coisa no futuro, e podemos dizer que aprendeu.
Proporção
Também é importante que a correcção seja proporcional àquilo que a criança fez, e que o correctivo em si mesmo não lhe faça mal. Não podemos deixar uma criança sem comer, ou a apanhar chuva, por castigo. Mas podemos talvez proibi-la de ver televisão algumas vezes.
Reparando
Ajuda muito, na medida do possível, que o correctivo tenda a reparar o mal que a criança ou o jovem possa ter feito. Desta maneira, por um lado, compreende que as suas acções podem prejudicar os outros e, por outro, aprende a responsabilizar-se por elas.
A sábia prudência
É importante que os correctivos sejam apropriados à idade da criança ou do jovem. Se já estiver em idade de entender as razões, convém esperar pelo momento oportuno para falar com ele, e que ele mesmo aceite o correctivo como consequência daquilo que fez. Em muitos casos isto é muito saudável e até lhe dá a sensação de ter reparado o mal que possa ter ocasionado com o seu comportamento. Mas se, pelo contrário, lhe impomos o correctivo sem que ele seja consciente de que fez algo mau, isso poderá levá-lo a não repetir o que fez, mas fará isso mais por medo do que por convicção. Além disso, corre-se o risco de gerar nele um sentimento de injustiça, fazendo que se quebre a comunicação com ele. O que seria muito prejudicial, pois então perderíamos a capacidade de o ajudar.
Forma e fundo
A regra de ouro que nunca falha é a de sermos suaves na forma e firmes no fundo. Precisamos de educar, e isto implica corrigir. Mas isso não é incompatível com o carinho, as boas maneiras e a simpatia. É acertado o dito que afirma que atrai mais uma gota de mel do que um barril de vinagre. A correcção é uma forma muito autêntica do nosso amor aos filhos e aos alunos. Não deixemos claudicar a nossa responsabilidade de educadores, mas, isso sim, façamo-lo com amor.
Liliana Esmenjaud, Mujer Nueva – tradução para a Aldeia de Jorge N.
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Agenda Fim de Semana - 5 e 6 Fevereiro
Treinos (Fim de Semana)
Sábado, dia 05/Fevereiro
* 10:00 - 11:00 | Escolas Verdes
Domingo, dia 06/Fevereiro
* 09:00 - 10:00 | Escolinhas
* 10:00 - 11:00 | Escolas Brancos
Jogos
Sábado, dia 05/Fevereiro
* Traquinas | LPS vs. Associação Frassati às 9:00 | Pav. Leões Porto Salvo
* Escolas Brancos | Varge Mondar vs. LPS às 11:30 | Pav. Municipal Serra das Minas - Rio de Mouro
* Infantis | ACD Brandoa vs. LPS às 16:00 | Pav. António Ferreira - Venda Nova - Amadora
Domingo, dia 06
* Escolas Verdes | LPS vs. Caxienses às 15:00 | Pav. Leões Porto Salvo
* Iniciados | Sassoeiros vs LPS às 15:00 | Pav. Sassoeiros
* Juvenis | ACO vs. LPS às 17:00 | Pav. Pedro Alexandrino - Póvoa Santo Adrião
Sábado, dia 05/Fevereiro
* 10:00 - 11:00 | Escolas Verdes
Domingo, dia 06/Fevereiro
* 09:00 - 10:00 | Escolinhas
* 10:00 - 11:00 | Escolas Brancos
Jogos
Sábado, dia 05/Fevereiro
* Traquinas | LPS vs. Associação Frassati às 9:00 | Pav. Leões Porto Salvo
* Escolas Brancos | Varge Mondar vs. LPS às 11:30 | Pav. Municipal Serra das Minas - Rio de Mouro
* Infantis | ACD Brandoa vs. LPS às 16:00 | Pav. António Ferreira - Venda Nova - Amadora
Domingo, dia 06
* Escolas Verdes | LPS vs. Caxienses às 15:00 | Pav. Leões Porto Salvo
* Iniciados | Sassoeiros vs LPS às 15:00 | Pav. Sassoeiros
* Juvenis | ACO vs. LPS às 17:00 | Pav. Pedro Alexandrino - Póvoa Santo Adrião
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Agenda
Infantis Terminam 1ª Volta em 1º Lugar
Jogou-se este Domingo a última jornada da primeira volta do campeonato de infantis, deslocando-se a nossa equipa numa curta viagem até aos Lombos, para defrontar a equipa local.
A partida teve começo pelas 13:30 uma hora muito pouco habitual para estas idades, pelo que essa era a nossa principal preocupação, pois de resto seria apenas mais um jogo contra um adversário que se encontra a meio da tabela.
Entrámos no jogo com bastante atitude e determinação de modo a evitar alguma surpresa, e logo se percebeu que a nossa equipa era bastante mais forte que o adversário.
Com o correr do tempo os golos foram aparecendo e o sentido do jogo continuava sempre o mesmo, em direcção da baliza dos Lombos.
Acabou por ser um encontro com pouca história, no qual desenhámos boas jogadas, quase mais ao ritmo de um treino intenso do que propriamente de um jogo. Em termos técnicos e tácticos estivemos perfeitos, nunca permitindo que o adversário criasse perigo junto da nossa baliza.
Chegámos ao intervalo com cinco golos de vantagem e no segundo tempo obtivemos mais três. Importante mais uma vez não termos sido batidos o que demonstra bem a nossa capacidade defensiva.
Bom empenho dos nossos rapazes que souberam assim manter o primeiro lugar do campeonato, e como dizia um deles na brincadeira “Fomos Campeões de Inverno”
Vamos entrar agora na segunda volta do campeonato, e os nossos jogadores já sabem que terão que continuar a trabalhar muito para conseguirem manter esta posição.
Um agradecimento especial ao muito público que se deslocou ao pavilhão para apoiar a nossa equipa.
Força Infantis, Força Leões de Porto Salvo.
Jogadores: Mendonça, Bruno Belo, Francisco Bettencourt, João Pacheco, Bernardo Pereira, Pedro Gonçalves, Tiago Brás, Tomás Reis, Bruno Tavares, Miguel Eugénio, Francisco Ferreira, e Tiago Carvalho
Marcadores: Bruno Belo (2) João Pacheco (2) Francisco Bettencourt (2) Pedro Gonçalves e Tomás Reis
Resultado ao Intervalo: Quinta dos Lombos 0 – 5 Leões de Porto Salvo
Resultado Final: Quinta dos Lombos 0 – 8 Leões de Porto Salvo
A partida teve começo pelas 13:30 uma hora muito pouco habitual para estas idades, pelo que essa era a nossa principal preocupação, pois de resto seria apenas mais um jogo contra um adversário que se encontra a meio da tabela.
Entrámos no jogo com bastante atitude e determinação de modo a evitar alguma surpresa, e logo se percebeu que a nossa equipa era bastante mais forte que o adversário.
Com o correr do tempo os golos foram aparecendo e o sentido do jogo continuava sempre o mesmo, em direcção da baliza dos Lombos.
Acabou por ser um encontro com pouca história, no qual desenhámos boas jogadas, quase mais ao ritmo de um treino intenso do que propriamente de um jogo. Em termos técnicos e tácticos estivemos perfeitos, nunca permitindo que o adversário criasse perigo junto da nossa baliza.
Chegámos ao intervalo com cinco golos de vantagem e no segundo tempo obtivemos mais três. Importante mais uma vez não termos sido batidos o que demonstra bem a nossa capacidade defensiva.
Bom empenho dos nossos rapazes que souberam assim manter o primeiro lugar do campeonato, e como dizia um deles na brincadeira “Fomos Campeões de Inverno”
Vamos entrar agora na segunda volta do campeonato, e os nossos jogadores já sabem que terão que continuar a trabalhar muito para conseguirem manter esta posição.
Um agradecimento especial ao muito público que se deslocou ao pavilhão para apoiar a nossa equipa.
Força Infantis, Força Leões de Porto Salvo.
Jogadores: Mendonça, Bruno Belo, Francisco Bettencourt, João Pacheco, Bernardo Pereira, Pedro Gonçalves, Tiago Brás, Tomás Reis, Bruno Tavares, Miguel Eugénio, Francisco Ferreira, e Tiago Carvalho
Marcadores: Bruno Belo (2) João Pacheco (2) Francisco Bettencourt (2) Pedro Gonçalves e Tomás Reis
Resultado ao Intervalo: Quinta dos Lombos 0 – 5 Leões de Porto Salvo
Resultado Final: Quinta dos Lombos 0 – 8 Leões de Porto Salvo
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